sexta-feira, 19 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Jornal Ícone Ed. 206 - Treinamento FONTES de TV's LCD e LCD LED (Philips)
Aproveitamos para convidar você para estar presente
no dia 18 de Maio próximo em nosso novo treinamento sobre FONTES de TV's LCD e LCD LED,
agora abordando exclusivamente os TV's da marca PHILIPS, incluindo a linha 4000 entre
os circuitos abordados!Serão abordados os funcionamento de vários diagramas de fontes utilizados nos TV's PHILIPS, suas falhas e soluções!
A taxa de inscrição continua sendo a menor do mercado a lhe dando o maior número de benefícios, tais como:
Apostila, CD com "todo" o conteúdo abordado em sala de aula, Certificado de Participação, Café da Manhã e Coffee Break!
Valor da taxa: apenas R$60,00
As inscrições podem se feitas pelos nossos telefones: 25966942, 98394668, 80967832, 75674947, 85792128, 96409617 e 35872095 no horário das 10 às 18 horas de segunda à sexta feira e pelo nosso e-mail: clubedotecnico@gmail.
As inscrições podem ser feitas em nossas contas no ITAÚ, CAIXA, BB ou BRADESCO,mas devem ser primeiramente efetuadas as inscrições via telefones citados ou e-mail para receberem os dados das contas para depósito!
Não deixe para a última
hora!!!!
Aguardamos você lá!!!
Obs.:Imagem meramente ilustrativa.
Obs.:Imagem meramente ilustrativa.
Jornal Ícone Ed. 206 - Feira internacional de energia solar será realizada em São Paulo
A segunda edição da EnerSolar + Brasil, Feira Internacional de Tecnologias para Energia Solar, acontece de 17 a 19 de julho de 2013, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, reunindo segmentos de energia eólica, fotovoltáica, biocombustíveis e biomassa.
A Enersolar+Brasil, teve origem na feira Enersolar+, de Milão, na Itália, uma feira do setor de energias renováveis. A iniciativa de trazer a Enersolar+Brasil ao país é do Grupo Cipa Fiera Milano e Artenergy Publishing e surgiu da necessidade de um evento internacional na América Latina, para preencher uma lacuna de falta de feiras de energias renováveis.
Com 250 expositores nacionais e internacionais, o objetivo da feira é promover novas tecnologias e mostrar as oportunidades que o Brasil tem, observando o grande potencial de uso de energias renováveis no país.
Simultaneamente, acontece a feira internacional Greenergy, especializada em energias renováveis, biocombustíveis, biogás, biomassa; a Eólica Brasil Small Wind e o III Congresso Ecoenergy.
A Enersolar+Brasil, teve origem na feira Enersolar+, de Milão, na Itália, uma feira do setor de energias renováveis. A iniciativa de trazer a Enersolar+Brasil ao país é do Grupo Cipa Fiera Milano e Artenergy Publishing e surgiu da necessidade de um evento internacional na América Latina, para preencher uma lacuna de falta de feiras de energias renováveis.
Com 250 expositores nacionais e internacionais, o objetivo da feira é promover novas tecnologias e mostrar as oportunidades que o Brasil tem, observando o grande potencial de uso de energias renováveis no país.
Simultaneamente, acontece a feira internacional Greenergy, especializada em energias renováveis, biocombustíveis, biogás, biomassa; a Eólica Brasil Small Wind e o III Congresso Ecoenergy.
Jornal Ícone - Ed. 206 - Consumidores vão receber informações sobre o custo de geração de energia
Ag. Brasil - A partir do dia 1º de junho, os consumidores de energia elétrica deverão ser informados em suas contas de luz sobre o custo de geração da energia que está sendo usada. As bandeiras tarifárias (verde, amarela e vermelha) indicarão se a energia custará mais ou menos, em função das condições de geração de eletricidade. A data foi definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
As bandeiras tarifárias funcionarão como um semáforo de trânsito: a bandeira verde significa custos baixos para gerar a energia. A bandeira amarela indicará um sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando. Já a bandeira vermelha mostra que a oferta de energia para atender a demanda dos consumidores ocorre com maiores custos de geração, como por exemplo, com o acionamento de termelétricas para gerar energia, que é uma fonte mais cara do que as usinas hidrelétricas.
Com a sistemática das bandeiras tarifárias, haverá uma sinalização mensal do custo de geração de energia elétrica, dando a oportunidade ao consumidor de adaptar seu consumo.
DB
Jornal Ícone Ed. 206 - Povos indígenas no Brasil
Agência FAPESP – Dia 19 é o Dia do Índio e “Povos indígenas” é o tema da nova edição da Pré-Univesp, revista digital de apoio ao estudante pré-universitário publicada pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo.
A revista traz entrevista com Almir Suruí, líder dos Paiter-Suruí que utiliza tecnologias da informação para divulgar a luta dos povos indígenas contra o desmatamento. Suruí fala sobre as parcerias firmadas para apoiar o plano de desenvolvimento sustentável de sua comunidade.
Outro destaque da edição é a reportagem sobre as relações entre a tradição e o conhecimento científico. No Parque Indígena do Xingu, um projeto relaciona tradição local e medicina ocidental para proteger os povos indígenas de doenças trazidas pelo homem branco.
As demais reportagens tratam de temas diversos como os conhecimentos indígenas que permeiam a cultura brasileira; ameaças às comunidades indígenas com o avanço econômico, grandes projetos de desenvolvimento e a expansão de atividades agrícolas e extrativistas; e um polêmico projeto de lei que trata da mineração em terras indígenas.
A Pré-Univesp também traz artigos de Daniel Mundukuru, diretor-presidente do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual e autor de obras voltadas para a divulgação do pensamento indígena; Germano Bruno Afonso, professor aposentado da Universidade Federal do Paraná que ganhou em 2000 Prêmio Jabuti pelo livro didático O céu dos Índios Tembé; Newton Paulo de Souza Falcão, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa); e Vera Regina Toledo Camargo e Giselle Soares Menezes Silva, respectivamente pesquisadora e mestranda no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Os infográficos “Mapa dos povos indígenas no Brasil”, “Línguas ameríndias” e “Povos marginalizados”, textos literários e vídeos são outros destaques da edição.
Mais informações: www.univesp.ensinosuperior.sp.gov.br/preunivesp
Jornal Ícone Ed. 206 - Brasil alcança 264,05 milhões de acessos móveis em março
O Brasil fechou março de 2013 com mais de 264,05 milhões de linhas ativas na
telefonia móvel e teledensidade de 133,67 acessos por 100 habitantes. Em março,
foram registradas quase 1,01 milhão de novas habilitações, o que representa um
crescimento de 0,38% na base de assinantes em relação a fevereiro. No terceiro
mês do ano, havia 211,38 milhões (80,05%) de acessos pré-pagos e 52,67 milhões
pós-pagos (19,73%). A banda larga móvel totalizou 68,26 milhões de acessos.
A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível na aba "Anatel Dados". Por meio dos diferentes relatórios, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse. Os relatórios publicados hoje refletem os dados disponíveis em 16 de abril de 2013 e podem sofrer alterações.
A teledensidade avançou 0,32% (subiu de 133,25, em fevereiro de 2013, para 133,67, em março de 2013). No quadro abaixo é apresentada a teledensidade do Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas 27 Unidades da Federação e nas cinco regiões do País.
O quadro a seguir apresenta o market share do serviço móvel no Brasil.
Na tabela abaixo é apresentada a distribuição de acessos móveis por tecnologia.
Os terminais banda larga móvel totalizaram 68,26 milhões de acessos.
* O número de terminais definidos como banda larga móvel é o somatório das tecnologias WCDMA, LTE e terminais de dados banda larga (modens 3G, por exemplo). Os terminais de dados M2M (máquinas de cartões de crédito e débito habilitados nas redes das operadoras, por exemplo) não são classificados como banda larga.
Fonte: Anatel
A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível na aba "Anatel Dados". Por meio dos diferentes relatórios, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse. Os relatórios publicados hoje refletem os dados disponíveis em 16 de abril de 2013 e podem sofrer alterações.
Teledensidade por Unidades da Federação
A teledensidade avançou 0,32% (subiu de 133,25, em fevereiro de 2013, para 133,67, em março de 2013). No quadro abaixo é apresentada a teledensidade do Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas 27 Unidades da Federação e nas cinco regiões do País.
| Número de acessos em operação | Densidade (acessos por 100 habitantes) | |
|---|---|---|
| Brasil | 264.052.573 | 133,67 |
| Distrito Federal | 5.927.914 | 218,61 |
| Goiás | 9.006.941 | 145,17 |
| Mato Grosso | 4.522.655 | 141,07 |
| Mato Grosso do Sul | 3.724.037 | 149,92 |
| Total da Região Centro-Oeste | 23.181.547 | 158,71 |
| Alagoas | 3.927.830 | 118,81 |
| Bahia | 17.330.254 | 114,6 |
| Ceará | 10.347.521 | 116,67 |
| Maranhão | 6.113.386 | 91,46 |
| Paraíba | 4.713.374 | 120,11 |
| Pernambuco | 11.932.991 | 131,81 |
| Piauí | 3.764.362 | 114,62 |
| Rio Grande do Norte | 4.397.020 | 133,38 |
| Sergipe | 2.699.535 | 127,15 |
| Total da Região Nordeste | 65.226.273 | 117,18 |
| Acre | 941.356 | 127,01 |
| Amapá | 957.687 | 139,91 |
| Amazonas | 4.178.771 | 115,07 |
| Pará | 8.878.593 | 113,49 |
| Rondônia | 2.357.462 | 150,3 |
| Roraima | 522.966 | 113,88 |
| Tocantins | 1.835.213 | 135,26 |
| Total da Região Norte | 19.672.048 | 120,95 |
| Espírito Santo | 4.579.413 | 127,92 |
| Minas Gerais | 25.622.261 | 124 |
| Rio de Janeiro | 23.344.661 | 144,42 |
| São Paulo | 63.863.870 | 151,56 |
| Total da Região Sudeste | 117.410.205 | 142,24 |
| Paraná | 14.313.460 | 130,16 |
| Rio Grande do Sul | 15.706.241 | 141,58 |
| Santa Catarina | 8.542.799 | 134,06 |
| Total da Região Sul | 38.562.500 | 135,49 |
Mercado
O quadro a seguir apresenta o market share do serviço móvel no Brasil.
| Holding | Número de acessos | Participação (%) |
|---|---|---|
| Vivo | 75.987.544 | 28,78 |
| Tim | 71.232.161 | 26,98 |
| Claro | 66.308.256 | 25,11 |
| Oi | 49.493.752 | 18,74 |
| CTBC | 839.640 | 0,32 |
| Nextel | 79.623 | 0,03 |
| Sercomtel | 69.220 | 0,03 |
| Portoseguro (autorizada de rede virtual) | 41.377 | 0,02 |
| Datora (autorizada de rede virtual) | 1.000 | 0,00 |
Na tabela abaixo é apresentada a distribuição de acessos móveis por tecnologia.
| Tecnologia | Total | Participação (%) |
|---|---|---|
| GSM | 188.515.596 | 71,39 |
| WCDMA | 61.303.336 | 23,22 |
| Terminais de Dados M2M | 7.192.680 | 2,72 |
| Terminais de Dados Banda Larga | 6.942.933 | 2,63 |
| CDMA | 83.326 | 0,03 |
| LTE | 14.702 | 0,01 |
Os terminais banda larga móvel totalizaram 68,26 milhões de acessos.
* O número de terminais definidos como banda larga móvel é o somatório das tecnologias WCDMA, LTE e terminais de dados banda larga (modens 3G, por exemplo). Os terminais de dados M2M (máquinas de cartões de crédito e débito habilitados nas redes das operadoras, por exemplo) não são classificados como banda larga.
Fonte: Anatel
terça-feira, 16 de abril de 2013
Jornal Ícone Ed.206 - Termoelétricos flexíveis vão buscar o calor onde ele estiver
Transformando calor em eletricidade
Imagine revestir qualquer coisa que esquente - como o cano do escapamento do
seu carro, o processador do seu computador ou as chaminés das indústrias - e
transformar esse calor indesejável em eletricidade.
É isso que engenheiros alemães estão viabilizando, graças ao desenvolvimento
de um material termoelétrico flexível que pode ser fabricado em larga escala na
forma de um revestimento a ser aplicado sobre qualquer superfície.
Os materiais termoelétricos são bem conhecidos, e têm mantido de pé suas
promessas de aplicações que vão desde geladeiras de estado
sólido e a reciclagem de energia até uma refrigeração térmica.
Transformar o calor desperdiçado em eletricidade pode mudar o panorama
energético mundial devido às magnitudes envolvidas.
Os testes iniciais do material termoelétrico flexível
foram
realizados no escapamento de um carro,
produzindo potências de até 600
Watts.[Imagem: Fraunhofer IWS]
Os motores a combustão dos carros aproveitam pouco mais de 25% da energia
contida na gasolina - a maior parte é perdida na forma de calor.
As grandes usinas termoelétricas, por sua vez, não conseguem converter em
eletricidade mais do que 40% do combustível que consomem. Todo o restante é
liberado na atmosfera como calor saindo de suas chaminés.
"Os geradores termoelétricos atuais têm uma eficiência de cerca de 8%. Isso
pode parecer pouco, mas se conseguirmos fabricar materiais termoelétricos com um
custo razoável, poderemos instalá-los nas enormes torres das usinas geradoras,
onde cerca de 1.500 litros de vapor de água evaporam por minuto - isso vai
resultar em enormes quantidades de eletricidade," disse o Dr. Aljoscha Roch, do
Instituto Fraunhofer, na Alemanha.
Material termoelétrico flexível
Para baratear o material termoelétrico, Roch e seus colegas desenvolveram uma
técnica para sua fabricação por meio de impressão contínua, da mesma forma que
os jornais são impressos nas gráficas.
"Os materiais termoelétricos de hoje são fabricados de forma quase manual, a
partir de elementos tóxicos, que contêm chumbo, por exemplo. Nós agora estamos
usando uma moderna tecnologia de impressão 3D e plásticos inofensivos que são
eletricamente condutores," explica Roch.
Os polímeros termoeletricamente ativos são aplicados em camadas de 20 a 30
micrômetros de espessura sobre substratos temporários, de onde são
posteriormente retirados para aplicação sobre superfícies irregulares.
Quando o calor atinge o material em um de seus lados, os elétrons migram para
o outro lado, produzindo uma corrente elétrica.
Os testes iniciais foram realizados no escapamento de um carro, produzindo
potências de até 600 Watts.
Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica
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